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Tronco SIP Vivo e tronco E1 Vivo: como saber que caiu e o que levar ao chamado

Quando um tronco SIP ou E1 da Vivo para de completar chamadas, a primeira pergunta é se a falha é da operadora ou do seu lado. Esta página mostra como responder com a resposta SIP e a causa Q.850 de cada chamada, e que evidências levar ao chamado. Ela não é da Vivo nem foi revisada por ela.

Como saber se o tronco SIP da Vivo caiu?

Ligando para um número que entra por ele. Se a chamada não completa, a resposta SIP diz onde ela parou: um 503 com a causa Q.850 34 aponta falta de canal, um 403 aponta tronco não autorizado, e nenhuma resposta aponta rede fora do ar. O registro no PABX não basta: um tronco registrado ainda recusa chamadas.

Num tronco SIP, a chamada de entrada é a que mais falha em silêncio: se a operadora deixa de entregar o seu número, o PABX não vê nada, e a primeira pessoa a perceber costuma ser um cliente.

Quais códigos SIP e causas Q.850 aparecem numa falha?

Os códigos abaixo são os mesmos em qualquer operadora; eles vêm do SIP e da Q.850, não de uma rede específica. A causa Q.850 aparece no cabeçalho Reason da resposta SIP, quando a rede a envia, e no E1 vem na mensagem de desconexão. A tabela mostra o que cada assinatura costuma indicar.

Sintoma Código SIP / causa Q.850 O que costuma indicar
Recusa nos horários de pico 503 com causa 34 Canais esgotados, os seus ou os da rota
Recusa a qualquer hora 503 com causa 38 ou 41 Falha de rede ou temporária na operadora
Saída recusada 403 Forbidden IP, credencial ou número de origem não aceitos no tronco
Número não encontrado 404 Not Found ou causa 1 Número não ativado, não roteado ou em portabilidade
Nenhuma resposta 408 Request Timeout ou causa 102 Equipamento da rota fora do ar, ou firewall bloqueando
Recusa logo após o INVITE 488 Not Acceptable Here Codec sem par entre o seu lado e o tronco
Destino fora de serviço 502 Bad Gateway ou causa 27 O equipamento do destino não responde

Uma chamada que completa sem áudio de um lado não tem código SIP: o problema está na mídia, quase sempre NAT ou firewall. O guia ligação muda e áudio unidirecional mostra como investigar.

E num tronco E1 da Vivo, o que muda?

Num tronco E1, a falha pode começar na camada física. Perda de sinal, perda de quadro e alarmes remotos aparecem na placa ou no gateway E1 antes de qualquer chamada. Um E1 tem 30 canais de voz, e parte deles pode ficar bloqueada sem derrubar o tronco inteiro, o que só aparece como recusas nos picos.

As causas Q.850 chegam na mensagem de desconexão, e as mais comuns numa falha são a 34, a 38 e a 41. Anote os alarmes vistos e o horário: são a primeira coisa que a operadora pede.

Como separar uma falha da Vivo de uma falha do seu lado?

Pela chamada vista de fora e pela captura vista de dentro. Se a chamada de teste não aparece no seu PABX ou SBC, a falha está antes deles. Se aparece e é recusada por um equipamento seu, a falha é sua. Os cabeçalhos Via, Server e User-Agent da resposta mostram quem a gerou.

Durante uma portabilidade, um número pode ficar sem rota por um período. Pelo RGST, a Resolução Anatel nº 777/2025, art. 103, o período de transição deve ficar em até 2 horas em 99% dos casos e nunca passar de 24 horas.

Que evidências levar ao chamado da Vivo?

Um chamado com dados que a operadora consegue procurar nos registros dela. Horário exato com fuso, os números de origem e destino, o Call-ID e a resposta SIP completa permitem localizar a chamada na rede. O canal de abertura e o prazo de resposta, confirme no seu contrato.

  • Data e hora de cada tentativa, com fuso, e a última chamada saudável.
  • Número de origem (A) e de destino (B), e o identificador do circuito que consta no contrato.
  • A linha de resposta SIP, o cabeçalho Reason e o Call-ID.
  • Quantas tentativas falharam, em que intervalo, e se todos os destinos falham ou só alguns.
  • No E1, os alarmes vistos e os canais afetados.
  • A captura de pacotes, se você tiver, e o número do protocolo de cada contato com a operadora.

Como o Monitor ajuda num tronco da Vivo?

O Monitor liga para os números do seu tronco no ritmo combinado, repete cada falha antes de alertar e abre o incidente com o código SIP e a causa Q.850 de cada chamada, num bloco pronto para colar no chamado. Ele não se integra à operadora: liga para os números, então funciona com qualquer uma.

Veja como em monitoramento de troncos SIP.

Perguntas frequentes

O Monitor tem integração com a Vivo?

Não. O Monitor não se integra a nenhuma operadora nem a nenhum PABX. A 2N5 liga para os números que você indicar, da própria plataforma, como um cliente liga. Por isso o mesmo monitoramento vale para troncos SIP e E1 da Vivo e de qualquer outra operadora.

Qual é o prazo de reparo de um tronco da Vivo?

Depende do que está no seu contrato. Prazo de reparo, meta de disponibilidade, canal de abertura de chamado e forma de compensação variam de contrato para contrato, então confirme no seu. O que o Monitor entrega é o registro de quando o tronco falhou e voltou, para comparar com o que foi contratado.

Como sei se o problema é da Vivo ou do meu PABX?

Pela origem da resposta. Uma chamada de teste feita de fora mostra o que a rede devolveu. Se ela nem chega ao seu PABX, a falha está antes dele. Se chega e o PABX recusa, a falha é sua. A captura SIP mostra, pelos cabeçalhos, qual equipamento gerou cada resposta.

Uma chamada de teste conta contra o meu limite de canais?

Sim, por poucos segundos, quando o número testado entra pelo seu tronco. Cada teste é uma chamada curta para um número que você escolhe, como uma URA, um tom de teste ou um serviço de eco, dentro de um limite de chamadas, e nunca toca nas chamadas dos seus clientes.

Veja nos seus próprios circuitos

A 2N5 prepara a demonstração com os números que você escolher. Três perguntas, cerca de um minuto.