Como saber se a falha é da operadora?
Ligando de fora para um número que entra pelo tronco e lendo a resposta. Se a chamada não chega ao seu PABX ou SBC, a falha está antes deles. Se chega e um equipamento seu recusa, a falha é sua. A resposta SIP e a causa Q.850 dizem o tipo de problema, e os cabeçalhos dizem quem respondeu.
O diagnóstico é o mesmo em qualquer operadora, porque o SIP e a Q.850 são padrões. O que muda é o contrato: canal de abertura de chamado, prazos e metas, que você confirma no seu.
Que operadoras têm página?
As páginas abaixo usam o nome da operadora só para identificar o serviço contratado. Cada uma mostra como saber que um tronco SIP ou E1 caiu, as assinaturas de falha mais comuns e as evidências que um chamado precisa ter. Elas não fazem afirmações sobre a rede, os produtos ou o suporte de nenhuma operadora.
- Vivo: tronco SIP e tronco E1 Vivo, como saber que caiu e o que levar ao chamado.
- Claro: tronco SIP e tronco E1 Claro, como confirmar a queda e montar o chamado.
- Embratel: tronco SIP e tronco E1 Embratel, como identificar a queda e provar a falha.
E as outras operadoras?
O mesmo diagnóstico vale para o tronco de qualquer operadora, porque ele se baseia na resposta de cada chamada, e não na rede de uma empresa específica. Os passos das páginas acima, a tabela abaixo e as páginas de referência de códigos SIP e causas Q.850 se aplicam sem mudança.
Algar, Oi e TIM
Para troncos SIP ou E1 da Algar, da Oi ou da TIM, use o mesmo roteiro: ligue de fora para um número do tronco, leia a resposta SIP e a causa Q.850, separe a falha do seu lado da falha da rota e leve ao chamado os dados de cada tentativa. Canal de suporte, prazos e metas, confirme no seu contrato.
Que assinatura de falha aponta para a operadora?
Algumas respostas costumam nascer na rota da operadora, outras no seu lado. A tabela é um ponto de partida: confirme sempre, pelos cabeçalhos da resposta, qual equipamento a gerou, porque um PABX ou SBC seu também pode responder 503 ou 403.
| Sintoma | Código SIP / causa Q.850 | Primeiro lugar a olhar |
|---|---|---|
| Recusa nos picos | 503 com causa 34 | Chamadas ativas contra os canais contratados |
| Recusa a qualquer hora | 503 com causa 38 ou 41 | A rota da operadora |
| Saída recusada | 403 Forbidden | IP, credencial e número de origem do tronco |
| Número não encontrado | 404 Not Found ou causa 1 | Ativação e roteamento do número |
| Nenhuma resposta | 408 Request Timeout | Firewall, rede e o equipamento da rota |
| Codec recusado | 488 Not Acceptable Here | Codecs dos dois lados |
Que evidências levar a qualquer chamado?
Os dados que localizam cada chamada nos registros da rede: data e hora com fuso, números de origem e destino, Call-ID, a resposta SIP com o cabeçalho Reason, quantas tentativas falharam e a última chamada saudável. No E1, os alarmes e os canais afetados. Anote também o protocolo de cada contato.
O Monitor monta esse bloco em cada incidente, pronto para colar no chamado. Veja monitoramento de troncos SIP.
Perguntas frequentes
O Monitor tem integração com alguma operadora?
Não, com nenhuma. O Monitor liga para os números que você indicar, da plataforma da 2N5, como um cliente liga. Por isso o mesmo monitoramento vale para troncos SIP e E1 de qualquer operadora, sem nada instalado no tronco, no SBC ou no PABX.
Os códigos SIP mudam de uma operadora para outra?
O sentido não muda. Os códigos SIP e as causas Q.850 são padronizados, então um 503 com causa 34 diz falta de canal em qualquer rede. O que pode mudar é quais códigos cada rede escolhe enviar e se ela envia a causa Q.850 no cabeçalho Reason. Confirme os detalhes técnicos do seu tronco no contrato.
Vocês comparam a qualidade das operadoras?
Não. Estas páginas não avaliam redes, preços, produtos nem atendimento de nenhuma operadora. Elas mostram como diagnosticar uma falha no seu tronco, seja qual for a operadora. O relatório de SLA mostra a disponibilidade de cada um dos seus circuitos e operadoras, medida pelas suas próprias chamadas de teste.